terça-feira, 28 de outubro de 2008
Agradeço muuuuito ao Wander. É uma honra tremenda receber selos de tantos blogueiros respeitados!
Continuando minha política de não repetir indicados, a escolhida para receber este selo é a Alexia, do blog Pequena Aprendiz, porque os textos da Alexia me inspiram, eu saio de lá com uma pulga atrás da orelha e zilhões de palavras fervilhando na mente.
Beijos, querida. Parabéns!!!
03/11/2008
Mercado livre
Quanto valem as emoções?
Quem dá mais?
Dê seu preço!
Quanto vale a comunhão?
Quantas festas!
companhia
Quantas contas!
solidão
Quanto vale?
Quantos vendem
meu apreço em um leilão?
A ausência
cobranças!
o amigo
distâncias!
o almoço
as cifras!
o presente
importâncias!
Quanto vale?
Quanto vício!
self-service de intenções
virtude
vontade
vanglória
vantagem
Quanto vale a companhia?
afeição indeclinável
sincera
espontânea
impagável?
Mercado
[quanto vale?]
livre
[quanto custa?]
espetáculo
[quantos vendem?]
capital
29/10/2008
ISO 9001
- Blog do Marcos, Euforia Melancólica
- Blog do Thomaz Ribeiro, O canto do conto
- Blog do Márcio Sarge
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Selo melhores 2008
Recebi cinco selos MELHORES 2008 dos amigos blogueiros:
Agradeço a todos pela indicação, amizade, a boa vontade com que lêem e comentam os textos que produzo.
Muitíssimo obrigada!!!!
Meus indicados como melhores de 2008 são:
* Gotas introspectivas [embora a Gi prefira não aceitar selos]
* 30 e poucos anos, do Erich
* Devanear, do Luís Bueno
* Gomiblog
* Verbos de ligação, do Rafael Bardo
* Café com notícias, do Wander Veroni
Sempre busco não repetir os indicados para prestar minha homenagens ao maior número de blogueiros aos quais aprecio... Desta vez repeti alguns, mas foi para ser justa. Os blogueiros aos quais já indiquei outros selos, saibam que continuam fazendo parte desta lista...
sábado, 18 de outubro de 2008
As incertezas do destino

A reciprocidade entre sacrifício e recompensa é ilusória, vontade deliberada [e só minha] em acreditar não sei em quê
[talvez no futuro, talvez no amanhã – como se o futuro tivesse obrigação de recompensar o esforço a quem luta. Como se o amanhã, por pura bondade, concentrasse a promessa de realização de todo aquele que sonha].
Pensar que a ansiedade e a angústia não foram [nem serão] em vão é reconfortante. Imaginar a obrigação do destino em ser favorável a quem se esforça é estimulante. No entanto, sendo essa só uma idéia, o que me prende a ela? [logo eu que não sou dada a prisões?].
Logo eu, tão realista, imediatista, brincando de acreditar na força da crença... Logo eu, tão inconstante, repousando nesta certeza inédita, mas não inesperada. Porque há uma paixão em mim que me move, um estímulo latente, ardente, como um sopro de vida. A força motriz que me renova e impulsiona.
As palavras! Ah, as palavras... e muito além delas o expressar...
Co-municar. Signos e significados. Senso e sentidos expressos em letrinhas.
Não sei se acredito no destino, não sei se acredito no esforço [não há contrato nem garantias...], mas se tento, se insisto [apesar de todo imediatismo], se me obrigo a acreditar no amanhã – não se iludam – é mera resistência minha e do meu eu em continuar traduzindo a mim e ao mundo. Uma tentativa de fazer fluir à vontade que jorra. Um esforço, talvez em vão, de me tornar, no futuro, um ser [apesar de] humano um pouco menos medíocre.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Parceria com o blog 30 e poucos anos!!!
Ao mostrá-lo o texto pronto, intitulado "A incompletude do homem", sua empolgação foi tão cortante, tão sincera, que não resisti... [não sou mulher do tipo emotiva, nunca fui] Para minha própria surpresa ficou impossível controlar as incontáveis gotas teimosas que insistiram em inundar em meu rosto...
Ainda não sei explicar exatamente o que aconteceu. Apesar de já ter vivido inúmeros episódios marcantes eu nunca [que me lembre!] havia chorado de contentamento... Foi uma sensação estranha, de alívio e ao mesmo tempo, uma renovação na minha esperança.
Eu, que nunca soubera o gosto das lágrimas de felicidade, agora que sei, não posso defini-las com exatidão! A satisfação do Erich em ler meu texto lavou a minha alma, meu rosto e minha insegurança! No fundo eu sei que não passou de um golpe da minha própria expectativa... Estou lutando há tanto tempo para ser reconhecida como escritora que talvez tenha depositado dúvidas pessoais a respeito do meu próprio talento sob os ombros de amigos tão gentis... Um juízo falso, eu sei, uma transferência de responsabilidade, porque por mais que eu me esforce em melhorar, tais indagações, tão íntimas e imprecisas, só o tempo, com toda sua sabedoria, será capaz de responder nas palavras certas...
domingo, 12 de outubro de 2008
Crianças...
Em nós, os pais, fica a lembrança de uma época em que éramos nós a correr e pular. Bate um saudosismo, um pensamento reconfortante de que a infância, pela ausência de contas e extratos, foi o período mais doce em que vivemos e os pais buscando afastar ainda mais os pequenos dessa realidade ‘responsável’, posterior e inevitável [como protetores que são], se reúnem em intensas festividades recheadas de mimos e agrados...
E apesar da magia do dia-a-dia vir da alegria das crianças que nos cercam, a magia do "dia" das crianças, ao contrário, [só agora entendo...] vem da disposição simultânea dos adultos em alegrá-las...
Tal simultaneidade cria um clima tão sereno, tão agradável, que faz parecer que a inocência daqueles que brincam será capaz de combater esse absurdo selvagem que desfila diante de nos nossos olhos...
O pedestal da solidão
A solidão em seu pedestal é uma tirana.
A solidão em seu pedestal preenche-me de seu vazio sincero
e (quando conseguimos compreendê-lo) sábio.
A solidão em seu pedestal às vezes me aborrece.
Não que eu não deseje desejá-la, embora invariavelmente o faça.
Mas a alegre presença de amigos e entes queridos põe em evidência minha solidão
quando desejo ficar eternamente na companhia daqueles que, eu sei, só vieram para o jantar.
Só recentemente pude compreender a intensidade disso.
Foi o princípio de um reencontro.
Enfim restaurei minha paz...
19/08/08
sábado, 11 de outubro de 2008
Facetas que não são minhas... mas poderiam, facilmente ser...
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Blog de Ouro
Os meus indicados, tentarei diversificá-los, indicando blogs que conheci recentemente:
Wander Veroni - blog Café com notícias,
Mariana - blog Histórias de vida, histórias contadas,
e ao Erich, é claro, porque além do 30 e poucos anos ser um blog de ouro, o Erich é um ser humano de ouro!!!
12/10/2008
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
De quem eu sou?
Seria eu, sua? Não! Porque ser é inerente à existência e independe da vontade do indivíduo. Se o fosse não haveria vontade, nem personalidade. Eu seria um reflexo, como uma sombra, produto da física, que só existe em função do outro... E te amar seria narcisismo...
Te amo, mas não sou sua.
Te amo, com toda intensidade da minha alma, mas não sou sua. Porque, para mim, amar você é uma questão de desejo, de querer estar ao seu lado... minha opção, e não a falta dela. E te amar por escolha só faz revelar o quanto é sublime viver ao seu lado.
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sexta-feira, 3 de outubro de 2008
As classes humanas (ou facetas de mim)
sou substantivo...
Para o meu ofício,
um advérbio...
No meu trabalho,
preposição...
Para a rotina,
um simples verbo...
Para os não-íntimos,
mero pronome!
Para os amigos,
eu sou o artigo...
Na minha família,
a conjunção...
P'ros inimigos,
adjetivos...
Nas instituições,
um numeral...
Para quem me adora,
interjeição!
Todos os filósofos da existência dedicaram-se a entender o sentido da vida e alguns morreram sem saber que não existe nem nunca existirá unidade no homem. Só o que existem são classes de palavras (e a possibilidade estonteante de atribuir sentido a nós mesmos diante de cada uma delas).
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quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Estranha forma de pensar: um desabafo!
Se existe algo que não consigo entender [por favor me desculpem a ignorância!], é a real utilidade da moderação de comentários em blogs autorais. Quando da minha postagem "Re: o estardalhaço", grande parte dos comentários dizia nas entrelinhas: "eu blogo para divulgar/expressar minhas idéias livremente" [e pensamentos equivalentes].
Fica então estranho ver alguém que usa a net para se "libertar" [expressar seu pensamento sem censura] ficar moderando o que o outro pensa da sua própria idéia [cuidado com a ambigüidade]... É quase como se a única idéia válida no planeta fosse a do sujeito que está blogando, como se tal sujeito carregasse em si toda a verdade do universo e qualquer visão contrária ou divergente fosse antes de tudo, criminosa!
Pode ser que exista alguém com tal virtude, alguém impossível de criticar [o que geralmente não é o caso]. Mas então... se não quer ouvir a verdade por que sair de comunidade em comunidade em busca comentários? Por que forçar alguém a ser parcial? Parece que no final das contas certos blogueiros não querem comentários, querem aplausos!
Certo dia, estando a participar do tópico "comente no blog acima" fui a um blog de textos até engraçados, mas não muito bem pontuados e sem uma rígida correção ortográfica. O dono do blog dizia: "não leve em consideração os erros, comente só o que gostou". Contei até 100, respirei fundo, mas não agüentei... Toda a boa impressão, toda a idéia criativa do texto acabaram rolando por água a baixo. O problema não era o português... Nunca foi! Não fosse a restrição imposta eu teria comentado positivamente no blog, talvez até sugerido educadamente algumas modificações, mas o que inicialmente seria um elogio à criatividade transformou-se numa crítica à hipocrisia do auto-aplauso.
Sei lá, eu não consigo entender... Talvez porque, pelo contrário, eu goste de (até prefira!) ouvir críticas ao que faço, ao que produzo. Penso que o feedback é o melhor meio de aperfeiçoar minha criações. Estou começando agora nesse mundo de bloggers e também no literário. Seria prepotência da minha pensar que já sei de tudo, que não há nada a ser aperfeiçoado [e sejamos honestos, há ainda muitos detalhes a serem amadurecidos].
Então, desse modo, aproveito para me retratar com o Rafael Franco.
Não por mim, Rafael, mas visitar certos blogs me faz pensar que você tinha toda razão...
23/09/2008
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Sejam bem-vindos ao facetas!
Resolvi utilizar este espaço para divulgação de trechos de alguns trabalhos meus... Espero que vocês apreciem. Críticas e comentários serão muito bem-vindos, sobretudo críticas!
Se você já leu o texto acima não fique tímido: fique à vontade para comentar em outras postagens!