trecho do conto: O HOMEM POR INTEIRO, com o qual participei de um concurso literário de abrangência Estadual [não ganhei nem o troféu abacaxi... mas tudo bem, tenho alergia a abacaxi mesmo...]
O homem por inteiro
A mãe era negra e pobre. O pai fora um homem casado que não assumiu a menina como dele. Arminda sempre quis viver com o pai. Nunca entendeu porque ele havia preferido a outra família. Pôs a culpa na mãe, na sua pobreza, na sua raça desacreditada socialmente. Humilhava a mãe por pequenos motivos, desfazia-se dela na frente de qualquer um.
Casou-se com um homem do mesmo biótipo do pai. Um homem rico, perdidamente apaixonado. Seu nome era Bueno. Arminda ficara fascinada com o amor daquele homem. Parecia a redenção pelo amor paterno que lhe fora negado desde a infância. Eram ambos muito apaixonados e felizes. Até que o marido entediou-se da vida puramente a dois e começou a pedir por um filho.
Arminda rejeitava veementemente a idéia. O casal começou a se desentender. Tiveram a primeira discussão séria em quatro anos. Ele a acusava de pensar só em si mesma. O marido cada vez ficava mais distante. Arminda, com medo de perder o amor de que tanto precisava cedeu. Nasceu Aparecida, a primeira filha do casal.
Não se parecia em nada com Arminda, que era morena muito clara. Nascera com todas características da mãe de Bueno, lembrava uma índia. Cada vez menos Arminda se identificava com a menina. Para piorar, o marido passou a dar mais atenção à filha, ou assim Arminda alegava. O grande medo, que ela carregava secretamente, era o de que estivesse destinada a perder o amor de seus homens por causa de outras mulheres. Não era bem uma causa pensada, Arminda era levada a pensar assim por causa dos dissabores da infância.
O marido desmentia, dizia que estava exagerando, que tais amores eram distintos um do outro. Ela não acreditava. Tinha cicatrizes profundas demais. Arminda seguiu misturando os papéis: do pai com o do marido, o papel atual de esposa com o da filha rejeitada que fora, da filha recém-nascida com a primeira esposa do pai. Arminda esqueceu-se, inclusive, de exercer seu papel de mãe.
Bueno buscou aconselhamento. Deram-lhe algumas terminologias, justificativas que o preocuparam.
– O nome é depressão pós-parto, disse-lhe um médico.
Bueno ficou apreensivo, o médico apresentou-lhe um folder com parecer explicativo: um número significativo de mulheres padeciam daquele mal.
– É passageiro, ele garantiu.
E Arminda recebeu a melhor assistência do país.
Depois ela alegou estar cansada.
– Ser mãe de recém-nascido é assim mesmo, diziam os amigos.
O marido então contratou duas babás que se revezavam entre os turnos do dia. Mas Aparecida demonstrou-se um ótimo bebê, daqueles que toda mãe deseja: nunca sentia cólica, quase nunca chorava e à noite dormia como um anjinho.
Arminda distanciou-se tanto da filha que já não havia mais o que dizer contra ela. Resolveu então reclamar do marido. Acusou-o de fingir brincar com Aparecida para flertar com as babás.
Foi um suplício. Bueno jurou que não, fez-lhe todas as vontades, presenteou-a com os mais caros objetos. Então, como fruto do novo clima de romance, Arminda engravidou de novo.
– Uma tragédia, disse.
– Uma maravilha! – Bueno comemorou.
Mas o destino estava de mau-humor e preferiu acatar as previsões de Arminda. Agora o casal tinha seis motivos de briga: duas filhas e quatro babás. As desculpas de Arminda se extinguiram. Bueno então entendeu: ela jamais mudaria, jamais conseguiria dar às filhas o amor intenso que nutria por ele. Mas não era culpa sua. Arminda fora levada a agir assim sem nunca ter conseguido fazer conexão de sua dificuldade afetiva com os próprios traumas. Parecia incapaz de ser mãe.
Ele ficou abatido, não conseguia responsabilizá-la por seu comportamento estranho. Fora ele quem insistira, apesar das manifestações contrárias, em ter filhos. Perguntou-se se as acusações outrora destinadas à mulher – de só pensar em si – se aplicaria a ele mesmo, afinal fora indiferente à negativa de Arminda frente ao desejo cego de ser pai.
Enquanto isso as meninas cresciam. Aprenderam desde cedo a contar apenas com Bueno. Arminda fazia questão de evitá-las. Parou de chantagear o marido em troca de atenção: ele já não correspondia. Quanto mais o marido se afastava dela mais Arminda odiava as filhas. Então ele deu um ultimato à mulher: ou terminaria a hostilidade materna ou o casamento.
Arminda se esforçou sobrenaturalmente, fez-se simpática na maioria das vezes. Qualquer coisa para que o marido não a deixasse. Quanto às meninas, não foi tão difícil assim: nenhuma das duas gostava da mãe e há muito não buscavam sua companhia. Apenas se toleravam – simples assim – para evitar que o pai sofresse ainda mais com a segregação familiar...
O homem por inteiro
A mãe era negra e pobre. O pai fora um homem casado que não assumiu a menina como dele. Arminda sempre quis viver com o pai. Nunca entendeu porque ele havia preferido a outra família. Pôs a culpa na mãe, na sua pobreza, na sua raça desacreditada socialmente. Humilhava a mãe por pequenos motivos, desfazia-se dela na frente de qualquer um.
Casou-se com um homem do mesmo biótipo do pai. Um homem rico, perdidamente apaixonado. Seu nome era Bueno. Arminda ficara fascinada com o amor daquele homem. Parecia a redenção pelo amor paterno que lhe fora negado desde a infância. Eram ambos muito apaixonados e felizes. Até que o marido entediou-se da vida puramente a dois e começou a pedir por um filho.
Arminda rejeitava veementemente a idéia. O casal começou a se desentender. Tiveram a primeira discussão séria em quatro anos. Ele a acusava de pensar só em si mesma. O marido cada vez ficava mais distante. Arminda, com medo de perder o amor de que tanto precisava cedeu. Nasceu Aparecida, a primeira filha do casal.
Não se parecia em nada com Arminda, que era morena muito clara. Nascera com todas características da mãe de Bueno, lembrava uma índia. Cada vez menos Arminda se identificava com a menina. Para piorar, o marido passou a dar mais atenção à filha, ou assim Arminda alegava. O grande medo, que ela carregava secretamente, era o de que estivesse destinada a perder o amor de seus homens por causa de outras mulheres. Não era bem uma causa pensada, Arminda era levada a pensar assim por causa dos dissabores da infância.
O marido desmentia, dizia que estava exagerando, que tais amores eram distintos um do outro. Ela não acreditava. Tinha cicatrizes profundas demais. Arminda seguiu misturando os papéis: do pai com o do marido, o papel atual de esposa com o da filha rejeitada que fora, da filha recém-nascida com a primeira esposa do pai. Arminda esqueceu-se, inclusive, de exercer seu papel de mãe.
Bueno buscou aconselhamento. Deram-lhe algumas terminologias, justificativas que o preocuparam.
– O nome é depressão pós-parto, disse-lhe um médico.
Bueno ficou apreensivo, o médico apresentou-lhe um folder com parecer explicativo: um número significativo de mulheres padeciam daquele mal.
– É passageiro, ele garantiu.
E Arminda recebeu a melhor assistência do país.
Depois ela alegou estar cansada.
– Ser mãe de recém-nascido é assim mesmo, diziam os amigos.
O marido então contratou duas babás que se revezavam entre os turnos do dia. Mas Aparecida demonstrou-se um ótimo bebê, daqueles que toda mãe deseja: nunca sentia cólica, quase nunca chorava e à noite dormia como um anjinho.
Arminda distanciou-se tanto da filha que já não havia mais o que dizer contra ela. Resolveu então reclamar do marido. Acusou-o de fingir brincar com Aparecida para flertar com as babás.
Foi um suplício. Bueno jurou que não, fez-lhe todas as vontades, presenteou-a com os mais caros objetos. Então, como fruto do novo clima de romance, Arminda engravidou de novo.
– Uma tragédia, disse.
– Uma maravilha! – Bueno comemorou.
Mas o destino estava de mau-humor e preferiu acatar as previsões de Arminda. Agora o casal tinha seis motivos de briga: duas filhas e quatro babás. As desculpas de Arminda se extinguiram. Bueno então entendeu: ela jamais mudaria, jamais conseguiria dar às filhas o amor intenso que nutria por ele. Mas não era culpa sua. Arminda fora levada a agir assim sem nunca ter conseguido fazer conexão de sua dificuldade afetiva com os próprios traumas. Parecia incapaz de ser mãe.
Ele ficou abatido, não conseguia responsabilizá-la por seu comportamento estranho. Fora ele quem insistira, apesar das manifestações contrárias, em ter filhos. Perguntou-se se as acusações outrora destinadas à mulher – de só pensar em si – se aplicaria a ele mesmo, afinal fora indiferente à negativa de Arminda frente ao desejo cego de ser pai.
Enquanto isso as meninas cresciam. Aprenderam desde cedo a contar apenas com Bueno. Arminda fazia questão de evitá-las. Parou de chantagear o marido em troca de atenção: ele já não correspondia. Quanto mais o marido se afastava dela mais Arminda odiava as filhas. Então ele deu um ultimato à mulher: ou terminaria a hostilidade materna ou o casamento.
Arminda se esforçou sobrenaturalmente, fez-se simpática na maioria das vezes. Qualquer coisa para que o marido não a deixasse. Quanto às meninas, não foi tão difícil assim: nenhuma das duas gostava da mãe e há muito não buscavam sua companhia. Apenas se toleravam – simples assim – para evitar que o pai sofresse ainda mais com a segregação familiar...
[...] continua...
04/01/2008 + 22/09/2008



113 comentários :
Oiee Primaa
Adoreii a históriaa, estou anciosa pelo livro inteiro rsrs
você esta de parabnééénssssss
Muita sorte pra você
Te Amoooooooooo
Rayane Rodrigues
Oi querida!!!
Lindo texto, e parabéns pela iniciativa de postar textos seus no blog, sei que é difícil pra você, mas é maravilhoso poder ler o que você escreve. Certamente comprarei seu livro, tão logo ele chegar aqui em brasília!
Um grande beijo,
Gi.
Para os visitantes que quiserem postar um comentário basta, ao escolher a identidade, selecionar o campo "Apelido" e identificar-se com um nome. Desse modo não é necessário cadastrar-se.
Oi Mana Morena,
Eu sei que você escreveu desse jeito para todos os leitores ficassem curiosos, nao é!?
Você conseguiu! Então, escreva já porque sou mais uma que quer saber que fim levou esta família.
Aproveito para desejar a você muito sucesso e que você seja reconhecida pelo seu talento com as palavras.
Beijocas,
Mana Coruja
Achei uma trama muito envolvente. Que ao menos no meu houve uma identidade entre o leitor e a estória.
Adorei! Prendeu minha atenção. Estou curiosíssima!!!
Minha esposa, escritora. Informo que eu quero filhos e minha esposa. Escreva logo sua coletânea e pronto. Vai até a enésima edição.
A propósito essa mulher é louca e ele um fraco. Detone com ele. Um homem fraco não sobrevive na selva.
Querida Mana,
Li o seu conto e gostei muito. Parabéns!
A história bastante envolvente e nem me dei conta de que havia acabado, ficou um gostinho de "bis".
Estou bastante feliz por vc. Vá em frente q vc tem futuro.
Estou lendo "Os Mistérios do Pomar".
Bjos e sucesso!
É uma história interessante, fiquei com vontade de ler o livro inteiro.
Ô nega adorei o homem por inteiro assim que ler os outros te falo beijos vc é demais mesmo kkkkkkkkk Boa sorte.
Oiii Queridaaa!!!
Fico MUITOOO FELIZZ por vc está seguindo seu coração...
Deixando o MUNDOO viver um pouquinho do seus SONHOSSSS...
PARABÉNSSS....
Fiquei emocionada com se depoimento... Mas o merito é seu...
Me orgulho Muito de vcccc...
Beijossss
Ana Carolina
ps.: esse homem já deu o que falarrr... rsrsrsrsrs
oi amiga! li seus escritos no blog! muito show de bola! quero o livro autografado!!!! bjos
amiga! está tudo o máximo! quando teremos o prazer de ler a obra completa? precisa publicar logo, rsrs. aguardo anciosamente pela noite de autógrafos
Adorei a história. Gosto da maneira como descreve os fatos e as personagens.
Parabéns.
Beijao
É, talento não lhe falta,
Você vai publicar o livro ? *-*
Adoro contos assim, se todos livros fossem assim...
Voce despertou a minha curiosidade =P
Beijos,
*_* linduh o texto, tô passado, quero saber a continuação!
forte e simples ao mesmo tempo.
gostei muito desse texto, vou acompanhar a história, saber como tudo termina.
conheço pessoas que não gostam daas mães exatamente por este ponto...
Os relacionamentos são intrigantes demais.
Cadinho RoCo
Amei ta muito bom vc escreve muito bem mesmo !!!
abrçs
o texto é muito bonito,e infelizmente acontece com algumas ou várias pessoas.
Obrigado pela sua visita em meu blog Regina, e quanto a revisar palavras( principalmente acentuação!), confesso que o português não é o meu forte, mas até mesmo pelo fato de faltar pouco mais de um ano para me formar advogado, sei que tenho que melhorar neste aspecto.
Vi que você quer colocar um contador de visitas, eu recomendo http://www.compteur.cc/ mas se você quiser algo mais simples, me fala por comentário ou no proprio Orkut, que eu vejo pra você ta.
Bj,
Márcio
http://comideiaseideais.blogspot.com
how how, vejo aqui um belo conto, uma bela escritora.
que afinidade com as palvras.
elas realmente me contagiaram
:D
Gostei muito da trama, achei bem interessante e prende a atenção! Só espero que não seja nenhum conto/crônica no estilo de Sagarana que quando fica bom termina e não tem fim... Nem continuação... Nem nexo! xD
;*
Musikaholic
Muito bom mesmo!
Parabéns!
http://maynabuco.blogspot.com
Ellen, muito interessante a história assim como o seu blog. Li alguns textos, mas voltarei mais vezes, tem muita coisa boa pra ler. Também espero acompanhar esta deste post. Parabéns!!
Abraços,
Berenice
Mt bom gostei da história, tu escreve mt bem parabéns
Passa lá no meu blog depois
Abraços
vc realmente escreve muito bem!!
prêmios nem sempre são justos.
abraço
http://episodiosemserie.blogspot.com/
Esse eu já li! Tive esse prazer a algum tempo =D
Quero coisas novas! Beijo aí, Flor! Como está o Caio?
conta o fiiiiim \o/
UAHSUAHSUAHSAHSUHASUHAS
abraço!
---------------------------------------
www.bruninhoolemon.blogspot.com
ola! estou passando pra conhecer teu blog!!
bjos!
Legal!
Passa lá no meu blog tb:
http://blogdapattyandrea.blogspot.com
nossa, posta mais!!!
quando postar tu podia avisar né?!
Nossa.... isso vai ter um final feliz???
Triste...
ah e o resto vai postar quando?
legal o texto
abraços
Texto seu?
muito bom!
abraços!
http://wallnosekai.blogspot.com/
Nossa...agora to curiosa para saber o resto! :D
Abraços.
='-'=
http://nerdezasaleatorias.blogspot.com/
Oi Ellen ... bom dia/tarde/noite !!!
Acho injusto o troféu abacaxi não ter ido pra vc ... kkkkkk
Texto lindo...infelizmente existem detalhes durante nossa vida que passam despercebido mas que uma criança capta muito bem. Espero pela continuação.....!
Muito bom, acho muito importante que você use seu blog para escrever textos de qualidade, espero a continuação.
www.blogdorubinho.cjb.net
Espero que tenha uma continuação :D
Um pouco triste, mas profundo.
Adorei a história ...
Pior que muitos tem traumas e não consegue identificar .. faz coisas absurdas.. sem compreensão.. julgamos e etc... mas não sabemos oq se passa no intimo da pessoa .. é triste ..
Quero saber o resto hem??
rsrs
abç..
Parabéns pelo Blogo!
realmente organizado e crítico!
Certamente recomendarei.
Visite se puder:
www.ivanjjunior.blogspot.com/
realmente o fotolog deixa a desejar, apesar de ser o primeiro, ele nao evoluiu muito, ficou amarrado, diria ate que regrediu!
belissimo texto, gostei bastante, aguardo a continuação.
Ow muito bom mesmo!
Fiquei preso ao texto enquanto lia...
Parabéns
www.blogdohugo.com
Muito bom !!!
Beijos !!!
Adorei! Parabéns!
Continuaaaa for GOD!
Wow
vc escreveee mtooo bem!
E a história está magnifica!
Mundo P-O-P - O Seu Mundo da Música!
_____________________________
http://mundop-o-p.blogspot.com
Adorei esta história, é uma história muito envolvente. Parabéns pelo blog.
Puxa vida, acho que Arminda devia ter deixado sua vontade prevalecer e jamis ter filhos...... por outro lado como a história continua quem sabe não vem algo bom por aí.....
oi ellen! muito bom esse texto. gostei da linguage e do ritmo. a história prende e está muito bem contada.
adorei o blog! parabéns
Adorei o texto. E como detesto abacaxi, digo com segurança que você não perdeu nada! Nós é que ganhamos e muito com esta leitura! Parabéns!!! Abraços, Camila.
hahaha!!! Não entendeu "Pandorisses"? É uma coisa assim meio louca, confusa mesmo. A idéia é externar a confusão interior. Mas dá uma lida nos outros textos, que são mais 'lights'. Beijinhos!
O roteiro é muito bom.
Eu acho que você pode destacar um pouco mais o sentimento que está implicito nessa mulher.
Um dica, tente não repetir tanto o nome da Arminda, o texto ficará mais leve.
Boa semana!
Bjs
Que trsite, vou aguardar pela continuação, isso é interessantíssimo!
hehe ta legal
continua assim
escreve bem
abraços
Eu ainda hei de fazer um livro.
http://ilude.blogspot.com/
Muuuuuito bom!
Pena que, no fim, eu li aquele '[continua]'.
Ok, nem tudo é perfeito nessa vida.
Volto pra ler o restante. haha!
------------------------
http://nossomundoimundo.blogspot.com/
Porque sabemos que vocês são tão imundos quanto nós.
Parabéns!
Faz tempo q não leio algo bom.
com vc não ganhou em ?
Eu ganhei uma viagem para Brazilia com um poema de adolescente :D
Mas adorei, voltarei aqui para ler o resto!
Beijos.
Eu não sabia que na internet existiam espaços tão interessantes como este. Vou aguardar a continuidade da história.
Muito bom, parabéns!
Poxa, aí é sacanagem! Você só coloca meia história... rs... brincadeira! Amei! Não vejo a hora de ler a continuação...
boa sorte no seu livro, um passo bem acertado, vc escreve bem. parabens. espero um dia poder estar nesse nivel.
bjs..e seria uma honra uma visita sua:
http://blogdocleidemar.blogspot.com/
De onde eu venho tem um ditado "boa filha, boa mãe". Acho que o contrário tb vale...
Gostei dos contos.
que pena :T
sinceridade acima de tudo :D
mas valeu pela visita :)
beeijonãomeligueacobrar :*
http://kisscallmelater.blogspot.com
Oi, eu também escrevo e também penso em colocar minhas histórias num blog, ainda não fiz isso pq tenho medo de plágio. Vc não se preoculpa com isso?
Bem, eu estou perto do fim do meu livro, e assim que terminar eu vou registrar e assim posso postar na internet!
Gostei da sua história, sinto terá uma reviravolta com a mãe. Sinto que Bueno vai acaber morrendo e as fihas é que consolarão a mãe.
Sem comentários: vc tem um talento incrível! a história é tão boa, tão envolvente, que eu poderia ler o livro inteiro numa "sentada". A abordagem que vc faz em relação ao comportamento de Arminda quando confunde os sentimentos, baseados em sua infância sofrida, é um tema muito real e importante de ser pensado em um relacionamento que passa por turbulências. Parabéns!
história super intrigante , vc tem talento , concerteza vou ouvir falar muito nesse nome "Elle Regina"
parabéns
Adorei a história....
Abraços!
Esta lindoooooooooooooooo!!!!
bjin....
Infelizmente essa história é realidade em muitas familias...
Realmente bons seus texto, parabéns!
visite:
http://redescobrindosp.blogspot.com/
História envolvente a dela, do tipo baseado em fatos reais pois coisas acontecem na vida real por pior que possam parecer. O amor é realmente coisa complicado e quando não se amadurece com os traumas causados pela falta dele fica mais dificil ainda o caminho, é como se ficassemos incompletos e vesgos e ponto enxergar a mãe na mulher com quem casamos ou coisa parecida, como você mesma citou.
foi um prazer conhecer seu blog, gostei muito.
valeu pelo comentario ellen!
Realmente, Sao Paulo é mto fria,duplamente fria....o clima e as pessoas tb, hehehe...é dificil imaginar tanta coisa legal nessa selva de pedra, ate eu que nasci e cresci aqui me supreendo com coisas que ando descobrindo...
apareça sempre q quiser!
Você foi de uma crueldade terrível para com 70 leitores que comentaram, e muitos outros que apenas leram...
Aquela maldita palavra CONTINUA no final foi cruel.
Fará com que fiquemos esperando até a próxima parte.
Sua estória é na verdade uma história.
Ficção que bebe na fonte da realidade de muitos lares.
Seu texto é genial. Se eu fosse jurado do concurso, ele teria tido nota dez com toda a certeza
Ops!
Já havia comentado aqui antes. Mas, parabéns pelo texto!
Ellen
Tenho certeza que vc vai gostar do diHITT. Vai se sentir em casa!
Quando entrar me procure na página inicial, no ranking de usuários e me adicione, ok? Se precisar de alguma ajuda, explicação, pode me escrever.
Um abraço!
http://sarapateldecoruja.blogspot.com/
Ah, meu apelido lá é atribeiro. Estou na 11ª posição.
75 comentários. No dia que eu tiver um post com tudo isso escrevo um livro, porque sei que vou vender hehehehehe xD
;*
Musikaholic
caramba, ficou muito bom o texto, o livro então, deve ser otimo...
parabens
Vale esperar o fim da história, mas a redenção é um porvir que muitas vezes tende a ser doloroso!
Nossa seu blog merece o sucesso que esta tendo, parabens.
minha fia..que texto grande eh esse? se fosse na folha niquem ia ler! http://pedropyratero.blogspot.com/
lixo detect
Como procurei um tópico sobre isso e não achei. Resolvi criar esse pra quem quiser divulgar seu site ou blog!
Bem, vou apresentar o meu, sempre com criticas a tudo e todos:
http://pedropyratero.blogspot.com/
Oie ... to esperando a continuação heim !!!
Esperando a continuaçao... ta muito interessante
Tudo bem Ellen ??
Legal seu blogger tem muitas coisas interessantes !!
Bom dia !!
Tchau =)
simplismente brilhante o texto, meu sonho era escrever contos com tanta clareza e envolvimento.Fscinei no texto, não só pela história, mas pela verdade que isso me passou...
tão bom ler coisas que mexem com nosso sentimento...
parabenizo, e realmento muito lindo isso que li hoje!
Bem interessante o blog e toda história.
Esse lance de depressão pós parto não deve ser facil pra uma mãe mesmo não.
Tenho uma irmã que ta gravida pela primeira vez e graças a Deus ela ta bem tranquila. Espero que seja assim depois que a criança nascer.
Parabéns pelo texto.
Blog Esponja ®
www.blogesponja.net
Adoro conhecer contistas! Estou sem tempo para ler agora, mas voltarei em breve!
Quando quiser, visite os meus: www.muitosemum.blogspot.com
Parabéns pelo blog, qualidade garantida diante de belas palavras.
;-)
No diHITT vc pode ler o que quiser sem ser cadastrado, mas para ter qualquer interação com os membros e o próprio site tem que se registrar.
Que angustia, moça! Chega a dar um medo ao modo Hitchcock, nem sei ao certo do que, provavelmente do que está por vir.
Espero.
Adorei a história.
Muito envolvente!
Nossa envolvente, não deixe de ler!!!! muito bom!
Olá??
Olha eu de novo .. quero muito saber como vai ficar a situação dessa familia ..
Quando vc vai por??? srsrs
Abç..
Bom conto... A história é interessante, e tem a capacidade de prender o leitor, o que é difícil, parabéns!
Abraços,
Tatiana
kMuito maneiro
vc tem muito talento
continue a desenvolve-lo
Adorei o texto!!!
alias... ele me "prendeu"!! shaushuas....
já estou curiosa para a continuaçãoo
;**
historia ótima, muito bom blog!
de fato, prende a atenção! adorei.
http://tudoalheio.blogspot.com/
Beeem lgl
xD
curti..
interessante.. =D
Se quiser.. dah uma visitadiinha..
http://bycohen.blogspot.com
;D
desde já, agradeço.
Ei, parabéns pelo conto. Eu também escrevo no meu blog, tô bem no comecinho.
:)
Olá,
muito bacana os textos, nos avise qd sair o livro. Sucesso!
Cleber Henrique.
http://globalizarsa.blogspot.com/
Ameeeei a história!
Vou voltar aqui para ler a contnuação! *-*
Parabéns.
Beeijos
http://cogumelosverdes.blogspot.com
Posso te dar uma dica na boa?! Leva em consideração se quiser... é so uma opinião, blog não é livro! eu odeio ler ebook por causa disso, é horrivel passar muito tempo lendo no pc, mas pelo que vi tem muita gente que gosta do seu texto, parabéns por isso, conseguiu um milagre, fazer sucesso com um livro na internet
gostei pra caramba..
Vc é uma escritora de mão cheia! Personagens envolventes e uma história bem amarrada. estou anciosos pelo próximo episódio.
Depois passa no meu blog, o Café com Notícias.
Abraço,
=]
__________________________
http://cafecomnoticias.blogspot.com
Nossa, moça, muito bom mesmo!
Fiquei curiosa para saber a continuação... E qual a sua inspiração para os nomes das personagens?
bjs!
Cadê a outra parte???
Muito bom.
Bjos
Eu acho isso muito interessante... há quem pesquise minuciosamente os nomes; há quem não se importe muito, há quem dê pistas de suas personagens por eles. Na maioria das vezes eu não nomeio personagens, e gosto muito mesmo de escrever em primeira pessoa. Quando nomeio, é o que me vem à cabeça primeiro.
Em seriados, os nomes sempre revelam algo das personagens, é muito legal.
Bjs!
Gostei do texto!
Eu pretendo lançar um livro um dia,tenho toda a historia formada na cabeça, mas na hora de sentar na frente do PC e digitar quase não sai nada, e ainda por cima acho q não ficou bom o que escrevi...mas não vou desistir!
história intensa, cheia de dramas pessoais. gostei bastante, lembra um pouco a forma como gabriel garcia marquez descreve a personalidade de seus personajens
Me deixou com uma ponta de curiosidade... e agora?! quer ver o próximo.. hehehe
Mas a depressão pós parto é algo muito sério... sabia que até animais podem ter?! - que comentário inútil!
Já comentei por aqui falando que gosto do jeito que escreves... e sabe que vou concordar com o Elton?!
tem um que do GG Marquez
;D
bjus
Caraaaaaca ... 110 comentários ???
Parabéns
Oi, Ellen, gostei da maneira como descreveu os personagens, exaltando a angústia da mãe em contraponto ao espírito do marido e a indiferença frente às filhas.
Mas não elogiarei mais enquanto não ler o final...hehe...em literatura e cinema, a última impressão é a que fica!
grande abraço
Ola...
Acho uma pena não ter levado o prêmio abacaxi pelo conto, pelo menos o banana merceia...rs. Brincadeira....
Então, refletindo sobre ele. Vejo novamente despertado em mim a minha vontade de estudar psicologia.
Os traumas são os meus frutos de maior inspiração. Parece que tudo, ou quase tudo, que nos tornamos de mal vem daí.
Quanto mais eu vejo, mais eu leio e mais me aprofundo, parece ser cada vez mais óbvio o fato de que nossos traumas define quem somos.
Mas eles não nos fazem bem. E é preciso afastar este cálice de nós.
Pretendo fazer Análise muito em breve. Eu quero afastar os meus.
Quem sabe se a personagem tivesse se livrado dos seus, a vida dela, do marido e de suas filhas seria imensuravelmente mais feliz.
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